Grazi é capa da RG Vogue

 

Filha de bóias-frias, ex-babá, Miss e BBB, Grazi Massafera subverteu as estatísticas e se transformou na mais promissora estrela da TV brasileira.  Por isso, a atriz foi escolhida para a capa da edição de outubro da RG Vogue. Em entrevista à revista, ela contou seus segredos para vencer muitos preconceitos e consolidar a sua carreira. “As pessoas sabem de onde eu vim e como cheguei onde estou. Sou batalhadora e guerreira como a maioria das mulheres brasileiras”Diz-se da roça mesmo, mas com muito orgulho.  “Sou caipira mesmo, mas não confunda caipira com boba e burra. Mazzaroppi  foi um gênio e era caipira”. No site RG Vogue na seção RG TV, também é possível assistir um vídeo produzido pelo fotógrafo Daniel Klajmic, uma espécie de “editorial em movimento” que mostra o making of do ensaio, como por exemplo a cena em que a atriz brinca em um balanço de corda enquanto é clicada por Klajmic. Na saída do BBB, fez tudo o que a emissora lhe mandou:  inscreveu-se na Oficina de Atores,  apresentou um quadro no Caldeirão do Huck, até que veio o convite para participar de uma novela das oito, Páginas da Vida, de Manoel Carlos. “Juro que nunca imaginei que fosse dar certo. Pensava que estava na novela por sorte, que dessa não passaria”, admite. Ela confessa que seu maior objetivo hoje é correr atrás do prejuízo. “Às vezes fico boiando numa roda de atores. Ouço o que eles dizem e, quando chego em casa, dou um Google em tudo. O Google é o meu melhor amigo de noites insones. Agora é época de correr atrás dos filmes que eu não vi, ler as coisas que eu não li, saber das épocas e das pessoas que eu não conheci, porque morava no interior.” Recentemente, comprou a casa de seus sonhos, “com bastante verde e passarinhos cantando”. Mesmo assim, mantém os pés no chão: “Tenho prazer em pagar minhas próprias contas, saber quanto eu gastei de luz, de gás e água. Vou ao banco saber dos meus investimentos e ainda acho um absurdo gastar R$ 6.000 numa bolsa de grife. Uma vez comprei uma bem  dela. Olhava para aquilo e pensava no sustento de várias famílias.
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Sobre a M&C

Abri mão da Arquitetura para me tornar estilista ao sair de Vitória [ES] para o Rio, onde tive fábrica própria por 16 anos. Adorava criar peças reversíveis, onde uma virava duas ou três e eram comercializadas com bulas para multimarcas em todo o país.

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