6 dicas de como usar o veludo


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O tecido foi hit nos anos 70, depois nos anos 90 e esse ano ele é o queridinho dos estilistas. Foi adotado nos calçados por algumas grifes nas passarelas nacionais e internacionais. 
Dá para usar em calças, blazers, vestidos, blusas de alcinha e não precisa mais remeter apenas a roupa de inverno.


Pantalonas e saia longa! Detalhe que no look da saia, a camisa também é de veludo, é “misturável”. 

Calças, pensando no conforto.

Veludo também vai pra festa! 

Mais calças de veludo.

Como quimono – cardigã – casaco  ou vestido decotado e curto, estilo cocktail.

Vestido longo, na cor marsala.


O veludo surgiu na Índia, feito em teares manuais a partir da fibra da seda. Depois, passou também a ser produzido na Itália, onde as fábricas de Veneza, Florença, Gênova e Milão ganharam fama mundial. A origem do nome vem do latim “vellus”, que significa “pelo” ou “pelo em tufos”. É um tecido de trama densa com textura macia e suave. Além das fibras naturais, como seda, linho e algodão, pode ser feito também de fibras sintéticas ou de uma mistura de fibras.

TIPOS MAIS COMUNS DE VELUDO

Liso: também conhecido como veludo alemão, é feito de seda ou de algodão. É bem liso e brilhante, de aspecto sofisticado, perfeito para roupas de festa.

Cristal: é um veludo bem lisinho e brilhante, mas é mais leve e mole do que o liso. Em geral, é feito de fios de seda. Ótimo em vestidos e saias que precisam de movimento leve.

Molhado: o brilho lembra o veludo cristal, mas a superfície é irregular. A fibra desse material é prensada em várias direções, resultando em uma aparência cintilante, como se o veludo estivesse molhado.

Devorê: é um processo químico que corrói o tecido e o deixa com desenhos em relevo. A padronagem em fundo fino e semitransparente formam, em geral, desenhos de flores e arabescos e é muito utilizado em roupas de festa.

Cotelê: sua base pode ser o algodão ou algum fio sintético como o poliéster ou o raiom e ainda ter elastano em sua composição. Com trama felpuda, é cortado de forma a produzir riscas verticais, que podem ser fininhas ou largas. Ideal na confecção de calças, saias e paletós casuais.