Madeira, concreto e artes definem lar na Austrália


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Cercada pela natureza e com vista para o mar

Madeira, concreto e artes definem lar na Austrália

A paixão dos proprietários pelas artes, principalmente as esculturas, inspirou os arquitetos do escritório Polly Harbison Design a projetarem essa casa às margens de Balmoral Beach, em Sydney, na Austrália. Apesar de precisarem garantir espaço para a vasta coleção de obras da família, os profissionais tiveram a preocupação de criar uma atmosfera de lar aconchegante e não de galeria. Com uma paisagem estonteante ao redor, a casa foi concebida de forma que a vista invadisse os ambientes. Para desenvolver o desenho da casa, os arquitetos voltaram seus olhos para a obra do escultor Isamu Noguchi. Assim, da união entre a engenharia e a arquitetura, surgiu uma verdadeira escultura à beira mar. Pautados pela orientação do sol, os profissionais criaram caixas conectadas entre si para abrigar os ambientes, pensando também em garantir privacidade e a vista do mar sempre que possível. Outra característica importante do projeto é a maneira como ele se interliga com o entorno. Em uma região, onde é comum ver residências cercadas por muros altos, acessadas somente por interfones, os arquitetos ousaram e deixaram uma área livre em frente ao imóvel para que as pessoas que frequentam a praia pudessem tocar a construção. A experiência de contato com a comunidade ainda é reforçada pelas obras de arte, posicionadas cuidadosamente na área externa, gerando curiosidade em quem passa por lá. De dentro é possível viver uma sensação de isolamento e tranquilidade, graças aos patamares mais altos da casa, cercados por grandes esquadrias de vidro fixas e móveis, emolduradas por caixilhos de madeira. Cada item da coleção de arte da família foi tratado como se fosse um morador, pois suas características foram levadas em consideração na hora de escolher o ambiente que iria habitar. Afinal, as obras são as estrelas do décor de linhas minimalistas e cores neutras. Claraboias garantem uma boa iluminação natural e escadas de madeira vazadas conectam os andares e não interrompem o contato visual, nem a circulação de ar e luz. Para quebrar a monotonia dos tons de madeira e concreto, que funcionam como uma extensão da arquitetura no interior da casa, a sala ganhou um inesperado teto azul Klein. Acozinha, cercada por enormes portas de vidro deslizantes, no nível da copa das árvores, parece receber a natureza em seu interior, deixando o dia a dia dos moradores ainda mais especial nesse paraíso.
Editora Globo (Foto: Editora Globo)













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